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quinta-feira, 11 de março de 2010

Star Wars Lightsaber USB Glow Lamp



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StarWarsShop.com

The lightsaber glow lamp doubles as a desk light and glowing mini lightsaber. It comes complete with a base that holds the lightsaber, and recharges it by plugging directly into your computers USB port. Glows blue. Imported from the United Kingdom.$34.99 [Veja+]

terça-feira, 16 de junho de 2009

As Máquinas de Resgate da Clássica Série Thunderbirds!



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Blog de Brinquedo
por Dado Ellis

Se você é fã de Thunderbirds, a clássica série de televisão com marionetes que foi sucesso nos anos 60, vai gostar do set com as máquinas de resgate internacional criadas pelo engenheiro Brains e comandadas por Jeff Tracy e seus filhos.

O set Thunderbirds - Mechanic Collection vem com mini-réplicas das 5 máquinas de resgate internacional usadas no seriado e feitas pela companhia japonesa F-Toys. [Veja+]


"A coleção Thunderbirds - Mechanic Collection está em pré-venda na loja japonesa Blister.jp por ¥5.040 (R$98) com entrega prevista para julho de 2009."

domingo, 14 de junho de 2009

Certamente não estamos sozinhos no universo



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UOL [Der Spiegel]
Christoph Seidler

A humanidade vem buscando vida inteligente no universo há décadas. Um dos líderes desta pesquisa é Frank Drake. Em uma entrevista com o Spiegel Online, ele disse que a televisão pode ser o primeiro gosto que os alienígenas terão da vida na Terra.

Após pesquisar por décadas, nenhum sinal extraterrestre foi encontrado. Estaremos sozinhos no universo?

Drake
: Certamente não estamos sozinhos. Ao mesmo tempo, acho que será muito difícil encontrar extraterrestres. Se eles forem ligeiramente mais avançados que nós, podem estar usando tecnologias que não os revelam.

O projeto Seti, porém, está buscando sinais de rádio de outros mundos. Isso significa que, se algo for encontrado, será de civilizações que não estão terrivelmente avançadas?

Drake: Uma civilização é detectável por ondas de rádio por um curto período, talvez 100 ou 200 anos. Isso significa que civilizações primitivas como a nossa são as mais fáceis de detectar.

A humanidade dedica recursos suficientes à busca de vida extraterrestre?

Drake: Não há limites para os recursos que podemos usar. Temos uma tecnologia que basicamente não pode ser melhorada. Mas precisamos mais dela. Temos que pesquisar milhões de estrelas, milhões de frequências. E talvez tenhamos que fazê-lo várias vezes, porque podem não transmitir o tempo todo.

O entusiasmo público parece ter um papel importante. No projeto seti@home, indivíduos doam parte de sua capacidade de computação para a busca de vida extraterrestre.

Drake: De fato, temos 280 mil participantes ativos. Recentemente, os números caíram um pouco. Talvez tenha a ver com a recessão.

Quando se pode realisticamente esperar encontrar o primeiro sinal?

Drake: O projeto é muito similar a um jogo de sorte - detesto descrevê-lo assim. É como jogar na loteria. Você sabe que, em uma busca de dez minutos, suas chances de sucesso talvez sejam uma em dez milhões. Mas pode acontecer na análise seguinte. Muitas pessoas que trabalham para o seti@home são jogadoras. As apostas são gratuitas, você não tem que pagar nada. Mas se você vencer, ganhará muito.

Nos anos 70, o chamado 'Sinal Wow' foi detectado. Por um curto tempo, a humanidade pensou ter ouvido extraterrestres pela primeira vez.

Drake: Simplesmente não sabemos. As pessoas passaram centenas e centenas de horas buscando no mesmo local na mesma frequência. E nunca mais foi encontrado. Se você ouvir um sinal apenas uma vez, não é uma descoberta conclusiva. Você tem que ouvi-lo várias vezes.

Mensagens para o espaço como a transmissão Arecibo ou as naves 'Pioneer' e 'Voyager' foram criticadas por serem centradas demais nos humanos. O senhor gostaria de reescrever as mensagens?

Drake: Eu ainda as centraria nos humanos. Talvez seja narcisista, mas acreditamos que este seria o interesse dos extraterrestres. Não querem saber como são nossos cães. Querem saber como são os humanos.

Algumas pessoas argumentam que não é uma ideia muito boa alertar outras civilizações sobre nossa existência.

Drake: Existem pessoas paranóicas que acreditam que eles virão nos atacar. Mas esse é um argumento falho. Com nossas transmissões regulares, revelamos muitos detalhes de nós mesmo. Qualquer coisa que enviamos intencionalmente é apenas uma pequena adição a uma grande cacofonia de sinais que foram enviados.

Devemos ter medo de alguma forma de invasão cósmica?

Drake: Em média, qualquer civilização extraterrestre estará a 100 anos luz de distância daqui. Não haverá benefício em nos atacar.

Mas como o senhor pode ter certeza que as civilizações alienígenas são de fato pacíficas?

Drake: De fato, quando uma civilização tem a tecnologia para se fazer conhecer, também tem energia nuclear e armas nucleares. E com tais armas você sempre está suscetível a um louco que aperta o botão vermelho. Mas tenho certeza que qualquer civilização que encontremos terá evitado o cenário do homem louco. Terão passado por este funil da história e serão criaturas não-agressivas.

Como poderiam ser as formas de vida alienígenas?

Drake: Acho que é muito provável que essas formas de vida sejam baseadas em carbono. Em geral, pensamos nos extraterrestres parecidos conosco, mas isso é porque não sabemos no que mais pensar.

Com televisão digital, satélites e redes óticas, a humanidade na Terra se torna menos detectável para os extraterrestres. Deveríamos enviar sinais intencionalmente para alertá-los que estamos aqui - e não nos matamos nesse ínterim?

Drake: Nos próximos anos, alguns dos principais sinais de nossa existência vão sumir. E não serão substituídos - ao menos não num futuro previsível - por algo igualmente bom para revelar nossa presença. Mas enviar sinais intencionalmente neste momento seria um desperdício de recursos. Ainda somos detectáveis por causa de nossas transmissões de rádio. E será assim pelos próximos 50 anos. [Leia+]

Tradução Deborah Weinberg

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Purefold de Ridley Scott e Blade Runner



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Ambrosia.com.br

Tentando ampliar o universo de Blade Runner, sem citar os elementos protegidos por direitos autorais, o diretor Ridley Scott vai lançar junto de seu irmão Tony e filho, Luke, uma série de curtas na internet chamado Purefold.

Segundo o NYTimes, os curtas de 5 a 10 minutos de duração irão se passar antes dos eventos mostrados no filme de 1982 (que se passa em 2019), porém, sem usar dos elementos criados por Philip K. Dick em seu livro “Do Androids Dream of Electric Sheep?”, respeitando-se assim o original.

A equipe de Scott estará trabalhando com o estúdio independente Ag8 e terá uma linha de comunicação com os fãs chamada FriendFeed, onde estes poderão dar idéias para as histórias via internet.

A fim de mostrar isso, todos os episódios serão lançados sob o selo de copyright conhecido como Creative Commons, ou seja, qualquer um poderá baixar os episódios e remixar, modificar a seu próprio contento e até mesmo postar estas comercialmente sob a mesma licença. [Leia+]

domingo, 17 de maio de 2009

Astronautas assistem a Star Trek no espaço



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Gizmodo

De acordo com a NASA, os três astronautas na Estação Espacial Internacional se divertiram assistindo ao Star Trek de J.J. Abrams.

Eles terminaram as tarefas do dia, daí foram assistir ao filme. Muitas vezes eles passam o dia inteiro sem verem uns os outros, então esta é uma boa oportunidade de juntar todos. [Leia+]

" Tudo isso graças a um dos astronautas, Michael Barratt, um trekkie que exigiu poder ver o filme quando ele fosse lançado."

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Adeus silício: grafano, que vem do grafeno, é o supermaterial da vez



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Tech Update

Os professores Andre Geim e Kostya Novoselov da Universidade de Manchester, no Reino Unido, descobriram um novo componente que promete revolucionar a computação orgânica.

Trata-se do grafano, um subproduto do grafeno - material ultraresitente , apontado como o substituto mais promissor do silício, apesar de ainda requerer algumas características para tanto.

O grafeno é um cristal do tamanho de um átomo com altíssima capacidade condutora que já foi utilizado para a construção de um transistor de efeito de campo (FET, na sigla em inglês) ultraveloz de 26 GHz e que oferecerá diversas oportunidades de aplicação tanto em eletrônica quanto em fotônica ( ciência baseada em fótons). [Leia+]

"Descoberto em 2004, o grafeno rapidamente se tornou "queridinho" de físicos e pesquisadores de novos materiais e rendeu vários prêmios a Geim, incluindo dois EuroPhysics - um pelo isolamento de uma camada atômica independente de carbono e outro por explicar para todo mundo as propriedades eletrônicas do componente."

quinta-feira, 5 de junho de 2008

As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian [bastidores do filme baseado na obra de C.S. Lewis]



O Príncipe Caspian

via Wikipedia

Conta a história do retorno dos irmãos Pevensie para o mundo de Nárnia depois de terem se passado mil anos desde que voltaram para o nosso mundo, onde passou apenas um ano.

Lá ajudam o príncipe Caspian, defensor dos antigos habitantes de Nárnia agora oprimidos pelos invasores telmarinos e o rei deles: Miraz, tio de Caspian.


A série de livros infantis As Crônicas de Nárnia ou As Crónicas de Nárnia foi escrita pelo irlandês C.S. Lewis narrando as aventuras que ocorrem em uma terra fictícia denominada Nárnia.

Nestas histórias o bem combate o mal, animais podem falar e criaturas mitológicas estão em todo lugar. Também é notável a presença de temas cristãos apresentados de forma sutil juntamente com algumas idéias do próprio autor.

Os livros da série já ganharam adaptações para o rádio, para a televisão e mais recentemente também para o cinema.Lewis descreve na história um multiverso onde Nárnia é um dos vários mundos existentes juntamente com o mundo em que vivemos.

Cada história propicia passagens diferentes do nosso mundo para o mundo de Nárnia, como os anéis do tio André em O Sobrinho do Mago e o guarda-roupa em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Nárnia é o nome dado tanto para esse mundo quanto para um país deste mundo onde ocorre boa parte das aventuras. Outros países que compõem o mundo de Nárnia são Arquelândia e a Calormânia.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

AXN volta a exibir episódios inéditos da quarta temporada de "Lost"



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UOL Televisão

Para a alegria dos fãs, 'Lost' volta ao Brasil nesta segunda-feira (2). Às 21h00, o AXN exibe o nono episódio da quarta temporada ('The Shape of Things to Come'). Será o retorno da série à grade de programação do canal depois de 40 dias fora do ar, reflexo no Brasil da greve dos roteiristas americanos.

Na última vez em que encontramos os sobreviventes do Oceanic 815, Sayid desmascarou Michael para a tripulação do cargueiro. Já na ilha, Locke e Sawyer discutiam se deveriam entregar Ben aos novos visitantes. A dúvida era se eles eram bons ou maus, e a resposta será conhecida logo no começo do episódio. [Leia+]


"Depois de "The Shape of Things to Come" faltarão apenas quatro episódios para o final da quarta temporada no Brasil, que será exibido pelo AXN em 30 de junho, com um especial de duas horas."

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Mais frases do "padre-astrônomo" do Vaticano



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Espaço Vital

O site jurídico Espaço Vital também deu destaque à entrevista do diretor do observatório astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes. Leia mais frases da entrevista:

"Teorias como a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.

Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom.

Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado cientifico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus.

Estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.

É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão atéia do mundo; nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus."

sábado, 19 de abril de 2008

Viagem ao Fundo do Mar - Kit para Montar!



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blogdebrinquedo

A Sideshow está vendendo os kits de montar da Moebius Models, que produz incríveis kits de plástico com modelos clássicos de Terror e SciFi, como o famoso submarino de Viagem ao Fundo do Mar.

Um dos kits mais legais é o submarino Seaview - Voyage to the Bottom of the Sea da clássica série de TV, criada por Irwin Allen, que fez sucesso nos anos 60 e foi transformado pela Moebius em um modelo super detalhado.

O Seaview fica com 99 cm de comprimento quando montado e inclui uma tripulação de 8 marinheiros, sala de controle, Mini Sub, Diving Bell e o Flying Sub, que vem com uma base própria. O modelo é indicado para maiores de 15 anos.

O modelo do Seaview está em pré-venda na Sideshow Collectibles por US$109,99.

Veja mais detalhes sobre o filme e a série Viagem ao Fundo do Mar na Wikipédia.

Confira todos os kits de montar da Moebius Models que a Sideshow está vendendo.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Nanofibras curam danos nos nervos da coluna



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NewsErrado

Um novo material líquido desenvolvido pela equipe do Dr. Samuel Stupp contém moléculas que se auto-montam como nanofibras que servem de “andaimes” nos quais o nervo pode crescer ( foto).

Quando um nervo é rompido as células formam cicatrizes nas extremidades danificadas, impedindo que os neurônios reconectem-se.

Os ratos receberam o tratamento 24 horas após os nervos de sua coluna serem rompidos. Foi observado que as nanofibras reduziram as cicatrizes nas extremidades dos nervos e permitiram o crescimento de novos neurônios, tanto do tipo motor (cérebro-membros) quanto de neurônios sensores (membros-cérebro). Ainda promoveram o desenvolvimento da mielina, um tipo de isolante que melhora a eficiência na condução dos sinais pelo nervo. [Leia+]

"Após nove semanas do início do tratamento os ratos conseguiram recuperar parte do controle das pernas e sustentarem o próprio peso, não é uma cura mas é um grande avanço na direção certa."


quarta-feira, 19 de março de 2008

Morre, aos 90 anos, o mestre da ficção científica, Arthur C. Clarke



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Estadao

O renomado visionário e escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, que publicou mais de cem livros sobre o espaço, a ciência e o futuro, morreu aos 90 anos, por volta das 17 horas desta terça-feira, 18, em sua casa no Sri Lanka. Ele é autor do clássico 2001: Uma Odisséia no Espaço, cuja adaptação para o cinema por Stanley Kubrick é considerada ícone e figura entre os melhores filmes da história.

Clarke sofria de problemas respiratórios e lutava contra a síndrome de pós-pólio desde 1960. Às vezes, precisava do auxílio de uma cadeira de rodas. Movido por sua paixão por mergulho, o escritor se mudou para o Sri Lanka em 1956. Clarke dizia que quando mergulhava, ele se sentia leve, como no espaço. "Sou perfeitamente operacional quando estou submerso", ele declarou.

Em 1945, Clarke já falava sobre comunicação via satélite, décadas antes de ela se tornar realidade. Órbitas geosincrônicas, que mantêm os satélites numa posição fixa em relação à Terra, são chamadas órbitas Clarke. O escritor participou do programa do jornalista Walter Cronkite como comentarista sobre as imagens da chegada da nave U.S. Apollo à Lua, em meados dos anos 60.

Internautas colaboradores da enciclopédia on-line Wikipedia já atualizaram o verbete Arthur Clarke com as informações da morte. Blogs também já repercutem a notícia, inclusive um criado por Thilina Heenatigala no Sri Lanka pela ocasião do 90º aniversário do escritor, em dezembro do ano passado.

Seu escritório era repleto de bugigangas e presentes de admiradores que compartilhavam de seu amor pelo espaço. Havia um boneco do astronauta Buzz Aldrin, uma foto do asteróide que recebeu o nome do cientista e escritor, modelos de equipamentos espaciais, retratos do elenco de Jornada nas Estrelas e um livro de um cientista da Nasa que agradece por ter inspirado suas "primeiras férias em Marte".

Na parede, havia também um retrato de Dan Richter, o ator que interpretou o macaco na aurora dos tempos em 2001, aquele que pega um osso de animal e descobre que pode usá-lo como uma arma.

Apesar do futurismo, não se imaginava vivo para contemplar o avanço da tecnologia. "Nunca imaginei que estaria vivo no ano 2000", costumava dizer com gargalhadas. [+]

" A realização de que mais se orgulha? Um trabalho científico que produziu em 1945, como oficial de radar da Royal Air Force, no Reino Unido, explicando como um dia satélites em órbita poderiam transmitir informações para todo o planeta. 'Mas prefiro ser lembrado pelos meus contos e romances de ficção científica'."

A última odisséia de um gigante da ficção científica



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DN Online

A 16 de Dezembro de 2007, ao completar 90 anos de vida, foi notícia pelo mundo fora. A sua imagem viajou pelos sistemas de satélite que ajudou a criar. Com as imagens chegava uma mensagem, em vídeo, gravada para os seus amigos e admiradores, na qual o escritor se despedia. Adivinhava um fim próximo que chegou ontem de manhã. Vitimado por complicações respiratórias morreu no Sri Lanka, o país que há muitos anos adotou como seu.

Arthur C. Clarke é, para muitos, sobretudo reconhecido pelo argumento do histórico filme de Stanley Kubrick, 2001: Uma Odisséia no Espaço (que também adaptou ao formato de romance, editado no mesmo ano da estréia). A história vai recordá-lo, acima de tudo, como um dos mais importantes e aplaudidos autores de literatura de ficção científica. Mas foi dos poucos que, à ficção, também juntou a ciência.

Nasceu em Minehead, em Minehead (Somerset, Reino Unido), a 16 de Dezembro de 1917, e em criança já mostrava uma particular atenção pelas coisas do espaço. Observava as estrelas e teve logo entre as primeiras leituras as velhas revistas de ficção científica norte-americanas.

Cumpriu parte do serviço militar na RAF, durante a II Guerra Mundial, como especialista em radares, somando então breves episódios de uma etapa ligada à investigação científica que dele fez ainda um dos principais contribuintes para a criação do satélite de comunicações.

É reconhecida como sua a idéia do satélite geoestacionário, pensado como o modelo ideal para criar redes de comunicação. O que a ciência e a tecnologia desenvolveram, de certa maneira, partiu dali... Foi também autor de uma série de curiosos e visionários ensaios de antecipação científica sobre a exploração do espaço nos anos 50, antes mesmo do lançamento das primeiras missões não tripuladas.

O antigo leitor de pulp magazines começou a publicar a sua própria ficção em 1946, na mítica revista de especialidade Astounding Science Fiction.

O primeiro dos seus contos de referência, The Sentinel, foi escrito e publicado em 1951, no âmbito de uma competição da BBC. Clarke mudou-se pouco depois, em 1956 para o Sri Lanka (então chamava-se ainda Ceilão), onde residiu até à sua morte, aí assinando a maior extensão dos títulos de uma obra que consagra uma visão positiva da presença humana no espaço e reflete freqüentemente sobre a eventual relação do homem com povos alienígenas ou as marcas das suas civilizações.

O seu trabalho, regular na edição, consistente na escrita, visionário nas idé-+ias, fez dele um dos "três grandes" da ficção científica, repartindo o estatuto com Robert A. Heinlein e Isaac Asimov.

Pioneiro de diversas temáticas do universo da ficção científica depois vulgarizadas por outros autores (e argumentistas ao serviço do cinema), Arthur C. Clarke foi dos primeiros a levantar o receio de impactos catastróficos de corpos na Terra (no romance de 1993, The Hammer Of God) ou a possibilidade de vida em Europa, satélite de Saturno (em 2061: A Terceira Odisséia, publicado em 1988).

Apesar da enorme notoriedade de 2001: Uma Odisséia no Espaço (e da tetralogia de romances a que deu origem), a sua obra mostra inúmeros outros momentos de grande inspiração e visão. Entre os incontornáveis conta-se a série Rama, que explora cenários de contato com outras civilizações e suas tecnologias. [+]

"Nos últimos anos continuou a escrever e a publicar, mas apenas em colaboração com outros autores. O seu nome foi dado a um um asteróide, este sendo, talvez, o maior reconhecimento para um homem que, desde menino, sonhou com o espaço."

segunda-feira, 17 de março de 2008

Comunicador imita dispositivo de "Jornada nas Estrelas"



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GigaBlog
por Charles Nisz


Para os fãs da série Jornada nas Estrelas (um dos seriados mais populares dos anos 70), um dos objetos mais desejados era o comunicador usado pelos tripulantes da nave Enterprise.

O Star Trek Classic Communicator (foto)é um gadget idêntico ao usado pelos personagens do seriado.
O preço do comunicador 'trekker' neste site é de US$ 29,99 (R$ 51,00) [+]

"Levante a tampa e você encontrará a mesma interface e os sons tornados famosos pela série de ficção. Os criadores também embutiram muitas das respostas usadas nas falas dos episódios como 'Ponte falando, Capitão'."

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Começou a quarta temporada de Lost



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Omelete

Você já deve ter ouvido falar de alucinação coletiva, mas e de insônia coletiva? Bom, pode ter certeza de que nas próximas oito madrugadas de quinta para sexta, muita gente vai ficar sem dormir tanto aqui no Brasil quanto ao redor do mundo. O motivo? A estréia da quarta temporada de Lost na TV dos Estados Unidos. [+]

"O primeiro episódio, "The Beggining of the End" (O Começo do Fim), foi precedido por uma recapitulação, "Past, Present and Future" (Passado, Presente e Futuro), formando um especial de duas horas."

domingo, 23 de dezembro de 2007

JK Rowling se emociona ao voltar ao apartamento onde criou Harry Potter



Terra

A escritora britânica JK Rowling chorou de emoção ao lembrar seu difícil começo e visitar o modesto apartamento onde criou Harry Potter durante a gravação de um programa de televisão.

A autora, agora milionária, permitiu que as câmaras entrassem no pequeno apartamento de um quarto em que viveu em Edimburgo, quando começou a escrever a saga do famoso mágico e ao qual não retornava há mais de uma década, apesar de a mansão onde atualmente vive estar localizada a apenas alguns quilômetros.

'Aqui é onde realmente dei uma virada na minha vida', disse a autora ao ver em sua antiga casa alguns dos seus livros, informou hoje o tablóide britânico 'Sunday Express'.

"Se soubesse que em dez anos voltaria com uma equipe de televisão e meus livros publicados estariam nas estantes de outra pessoa neste quarto... É realmente incrível", acrescentou. A autora reconheceu que seus anos nesse apartamento ajudaram a definir sua personalidade.

O momento foi registrado pela equipe que está gravando o programa "JK Rowling... Um ano na vida", que acompanhou a escritora enquanto ela escrevia "Harry Potter e as Relíquias da Morte", o sétimo e último livro da série, .

O documentário faz um retrato íntimo da escritora que um dia dependeu da ajuda de amigos e que agora tem uma fortuna avaliada em 500 milhões de libras (cerca de 700 milhões de euros).

Durante um curto período, JK Rowling chegou a ter que morar em um local facilitado pelo serviço social. A autora vivia com cerca de cem euros semanais e havia pedido 5,6 mil euros emprestados a uma amiga para poder pagar alguém para cuidar de sua filha, Jessica, enquanto freqüentava a universidade.

Foi enquanto estudava que começou a escrever "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro livro da série.

A autora destacou em alguns momentos como era diferente a vida em seu prédio e na vizinhança.

"A violência, o crime e a dependência eram parte da vida diária nessa parte de Edimburgo", lembrou JK Rowling, que, após vender 325 milhões de exemplares com seus seis primeiros livros, quebrou com o último outro recorde ao registrar a venda de 11 milhões de cópias em apenas 24 horas.

Um livro de contos da autora, definido como "uma maravilhosa forma de dizer adeus" ao famoso mágico foi leiloado este mês, com fins benéficos, por 2,7 milhões de euros, com o que desta vez sim, Rowling e o mundo se despedem de Harry Potter.

sábado, 24 de novembro de 2007

Museu irá expor esqueleto de suposto extraterrestre

via Terra




Juliana Michaela
Direto de Cuiabá

Um ser que aparentemente não é humano e foi analisado no Japão será exposto em Cuiabá pelo Museu de História Natural Wilson Estevanovic, de Uberaba (MG).


Segundo o proprietário do Museu, Wellington Estevanovic, o esqueleto pode ser de um suposto ser extraterrestre.

Ele apresenta uma cabeça desproporcional ao corpo, com 97 cm de circunferência, arcada dentária completa, seis dedos nos pés, globo ocular diferenciado e uma altura total por volta de 50 cm, sendo que a partir da traquéia até a bacia são 12 cm. A exposição ocorrerá na terça-feira, na escola estadual Alcebiades Calhao, em Cuiabá (MT).

"A rede de televisão japonesa Asahi foi com uma comitiva ao nosso museu em 2005 e fizeram o convite para que participássemos de um documentário para analisar o esqueleto. O interessante é que também fizeram uma reconstituição. Eles realizaram exames que mostraram que ele (o suposto extraterrestre) difere da realidade humana, principalmente porque a densidade óssea é de 2 a 30, enquanto a de um ser humano varia de 500 a 1.500", ressaltou Wellington Estevanovic.

Segundo Estevanovic, nos testes foi observado se haveria a possibilidade de a criatura ter tido hidrocefalia. No entanto, essa hipóteses foi afastada.

Outra peça que chama a atenção do público é uma criatura que não é morcego, tem parte humana com características de macaco, asas separadas do braços, garras nos pés e nas mãos, e uma estatura de 35 cm. Para os ufólogos, a criatura pode ter uma ligação com a lenda indígena dos índios morcegos.

Além disso, há outros "seres" intrigantes na exposição: múmias de uma criança gato, de criança com duas cabeças e de um adulta egípcia plebéia. Ao ser questionado sobre a origem das peças, Wellington Estevanovic não soube responder.

"Meus antepassados vieram da antiga União Soviética ao Brasil antes da Primeira Guerra Mundial. O que sabemos é que Wladimir Stevanovich tinha vontade de criar algo diferente. Oficialmente, o Museu de História Natural Wilson Estevanovic foi do meu pai. Ele existe há 10 anos e temos mais de 25 mil peças", salientou.

Segundo Wellington Estevanovic, o museu surgiu com a finalidade de divulgar os conhecimentos na área das ciências naturais e é destinado a professores e alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, além da comunidade em geral. As áreas do conhecimento são astronomia, arqueologia, anatomia, antropologia, egiptologia, geologia e biodiversidade.

A visita à cidade de Cuiabá faz parte do 11º Projeto Maomé que é levar o museu ao público brasileiro em diversas cidades do Brasil. Neste ano, o Museu de História Natural Wilson Estevanovic visitou as cidades de Cachoeira Dourada (GO) e Capinápolis (GO). Além da capital de Mato Grosso, o proprietário do museu pretende levar a exposição para as cidades de Chapada dos Guimarães e Barra do Garças, local onde existem lendas indígenas sobre extraterrestres.

Para o psicólogo Ataide Ferreira da Silva Neto, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) e consultor da revista UFO, o importante das criaturas que serão expostas no Museu Wilson Estevanovic é a interação das lendas indígenas das regiões do sul do Pará, sul do Amazonas e no Mato Grosso, com os índios Bororos e Xavantes.

"Se é um fato ou criação psicológica, a ciência tem que ficar a par do que se apresenta de novo. O que temos catalogado no museu são duas peças de fundamental importância para o estudo científico, pois existem relatos coincidentes de lendas indígenas sobre índios morcegos e seres vindos das estrelas, que teriam uma cabeça mais avantajada que o corpo. Como explicar que tribos indígenas que nunca se conheceram tem o mesmo relato?", questiona Ataíde Ferreira da Silva Neto.

O presidente da AMPUP citou as lendas dos índios Bororos e Xavantes. Eles relatam histórias de semideuses que seriam criaturas pequenas de mais ou menos 1,20 m, com a cabeça desproporcional ao corpo. Alguns teriam três, outros quatros e outros seis dedos nos pés.

"O mais interessante é que temos em Barra do Garças uma caverna que cujo nome é Gruta dos Pezinhos. Lá há marcas de pés com três, quatro e seis dedos. Elas existem há mais de 10 mil anos e estão por todos os lados dentro da gruta", ressalta.

A outra lenda se refere aos índios morcegos que possuíam extrema força física, moravam nas cavernas e saíam somente à noite. Eles guardariam ferozmente os mistérios da cadeia de montanhas da Serra do Roncador, em Barra do Garças.

Existem registros de que o explorador inglês, Percy Harrison Fawcett, que teria inspirado o diretor Steven Spielberg na criação do personagem Indiana Jones, visitou Barra do Garças por volta de 1919, em busca de vestígios de uma cidade perdida, que teria os descendentes de Atlantis.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Escultura do Surfista Prateado

via blogdebrinquedo



A outra escultura feita pela Bowen Designs que a Sideshow colocou em pré-venda é o Silver Surfer Statue.

Com o mesmo padrão de alta qualidade do Hulkbuster Iron Man Mini-Bust, a escultura do Surfista Prateado é feita de resina polystone com acabamento metálico brilhante e tem mais de 30 cm de altura.

A estátua do Silver Surfer foi esculpida por Randy Bowen e estava em pré-venda na Sideshow Collectibles por US$174,99, mas já se esgotou! [Veja+]

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Série animada Star Wars Clone Wars pode ter lançamento no cinema

via Omelete



A série de televisão Star Wars Clone Wars pode ser lançada primeiro no cinema. A notícia foi divulgada hoje pelo site de fãs TheForce.net, que ouviu a possibilidade da Hasbro durante uma convenção para acionistas.

Procurada, a Lucasfilm rebateu, dizendo que ' nós vemos a série como uma grande inovação para a animação televisiva e estamos explorando várias maneiras inovadores de introduzi-la ao público.

Nenhuma decisão estratégica de lançamento foi tomada ainda'. Ainda segundo a Hasbro, parceira da Lucasfilm na produção de brinquedos de Clone Wars, esse possível lançamento nos cinemas aconteceria em 8 de agosto de 2008 - seguido pela entrada da série nas programações no outono (primavera por aqui).

O foco principal do novo Clone Wars ainda é a batalha pelo poder na República entre os episódios II e III da saga.

Ao contrário do Clone Wars de mini-episódios produzido pelo gênio Genndy Tartakovsky (Samurai Jack) para o Cartoon Network, a nova animação é totalmente criada pela Lucasfilm e ainda não foi comprada por nenhum canal. Assista ao teaser