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quarta-feira, 24 de março de 2010

27/03: O mundo desliga suas luzes na Hora do Planeta


Portal EcoDebate

Imagine Paris sem a iluminação da Torre Eiffel e o Portão de Brandenburgo, em Berlim, totalmente no escuro. Ainda pense na esfinge e as pirâmides do Cairo; a Fontana di Trevi, em Roma; a ponte Golden Gate em São Francisco; a Catedral de Lima; a estátua de Alexandre O Grande, na Grécia; a Cidade Proibida, em Beijing; o Forte Vermelho, na Índia e o segundo maior prédio do mundo, Taipei 101, em Taiwan, todos apagados.

Pois no dia 27 de março, é isso que vai acontecer: o cenário das cidades ao redor do mundo será bem diferente do que o usual. No total, serão 812 ícones sem luz. [Leia+]


"Das 20h30 às 21h30, 2.383 cidades em 117 países participarão da Hora do Planeta 2010 e irão desligar as luzes de seus monumentos mais conhecidos e maiores construções para mostrar a preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental."

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Carbono negro envolve o planeta e é o ‘novo’ gás-estufa



via
G1 [Ciência e Saúde]


A Nasa, divulgou nesta quarta-feira (16) imagem do planeta Terra envolto por carbono negro, componente da fuligem que também contribui para o aquecimento global . O “black carbon” (BC) é constituído de partículas originárias da combustão incompleta de madeira, biomassa e combustíveis fósseis. [Leia+]

"O monóxido de carbono (CO), diferente do “primo” dióxido de carbono (CO2), não tem nenhuma participação no efeito estufa. Mas a forma impura de carbono (o carbono negro), tem."

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sinos dobram pelo clima em Copenhague



via Yahoo! Notícias

COPENHAGUE (AFP) - Os sinos da Catedral de Copenhague deram 350 badaladas neste domingo, para lembrar o limite máximo de partes por milhão (ppm) de CO2 na atmosfera para limitar o aumento da temperatura no planeta em 1,5 grau.

Os sinos da catedral luterana Vor Frue Kirke bateram por volta das 15H00 local (12H00 Brasília), encobrindo o ruído dos helicópteros da polícia que sobrevoam de forma permanente o centro da capital dinamarquesa.

O arcebispo sul-africano e Prêmio Nobel da Paz, Desmond Tutu, e o arcebispo anglicano de Canterbury, Rowan Williams, oficiaram uma missa ecumênica, para centenas de fiéis, antes das 350 badaladas pelo clima. [Leia+]

"'Não foi apenas uma cerimônia magnífica, mas uma mensagem política muito forte: que os homens e as mulheres entendam a ciência do clima', declarou à AFP Bill Mc Kibben, fundador do grupo de ação ecológica 350.org."

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Uma nova mini-idade do gelo se aproxima?



via
Pesquisa FAPESP [Online]
por Augusto Damineli
Foto Nasa

A atividade solar tem diminuído nos últimos dois ciclos de manchas e aparentemente vai continuar em baixa no próximo ciclo que está começando. O temor é de que a temperatura na Terra caia como há 300 anos, quando ocorreu a chamada Pequena Idade do Gelo.

A agricultura entrou em colapso na Europa, trazendo muita fome. Pinturas da época retratam paisagens cobertas de neve. O crescimento das sequoias gigantes foi freado, como mostram os anéis anuais de biomassa depositados concentricamente no tronco.

A queda na temperatura, em média de cerca de 0,4°em todo o globo, mas de até 1,5°C em algumas partes do hemisfério Norte durante o inverno, coincidiu com um período de mínima atividade solar, chamado Mínimo de Maunder em homenagem ao astrofísico britânico Edward W. Maunder (1851–1928), que descobriu o fenômeno em 1890.

O número de manchas solares foi muito pequeno entre os anos de 1645 e 1715, a fase mais fria da Pequena Idade do Gelo. Um outro período com menor atividade solar, denominado Mínimo de Dalton, ocorreu no início dos anos 1800, mas foi menos pronunciado e mais breve e não provocou consequências climáticas notáveis. Estudos de isótopos indicam que diversos eventos desse tipo ocorreram nos últimos milênios.

Quando esse ciclo está em épocas de mínimo, como ocorre neste ano, é raro ver uma única mancha solar. Mas, no máximo do ciclo, como em 1990, o Sol chegou a apresentar 180 manchas. No pico do ciclo seguinte, em 2001, o máximo foi menor: 140 manchas. Para o próximo máximo, em 2012/13, a previsão é de que apareçam apenas 80 manchas.

É possível que esse nível baixo de atividade solar se prolongue por mais uma ou duas décadas. Além do possível efeito climático adverso (esfriamento da temperatura da atmosfera da Terra), uma eventual nova mini-idade do gelo poderia mascarar a escalada do aquecimento global e levar a uma redução nas políticas de controle de emissão de CO2. E, quando o Sol voltasse à sua atividade normal, o aquecimento poderia disparar.

Essas erupções, tanto em ondas luminosas quanto em partículas eletricamente carregadas, são os candidatos óbvios para produzir alterações climáticas em nosso planeta. [Leia+]

"Algumas ejeções de plasma solar chegam a interromper as telecomunicações e a causar problemas em sistemas elétricos até o nível do solo terrestre. Mas qual é a cadeia específica de eventos que altera o clima na Terra? É inacreditável que tenhamos descoberto ainda em 1890 um problema que até hoje não foi solucionado."

domingo, 29 de novembro de 2009

Robô de papelão é o mais ecológico do mundo



Uol Tecnologia

Uma das atrações da Feira Internacional de Tóquio, o robô chamado D+ropop é o mais ecológico do mundo, produzido com papelão reciclável, pesa 6 quilos, tem 8 motores e é resistente à água. [Leia+]

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O Delta do Okavanga, em Botsuana, África



via
De tudo, um pouco
texto Superinteressante

O delta do Okavango pode ser facilmente chamado de “Arca de Noé” de Botsuana. A existência de uma grande fonte de água em um ambiente árido sustenta espécies de mamífero grande cada vez mais raras. São bichos que estão presentes em toda a região de Miombo-Mopane, mas que se concentram bastante nessa pequena área. [Leia+]

"Os cerrados e savanas da variada vegetação de Miobo-Mopane circundam o delta do rio Okavango, uma das maiores áreas alagadas do mundo. É o pantanal africano, localizado em Botsuana, que cobre aproximadamente 16 mil quilômetros quadrados."

sábado, 17 de outubro de 2009

Mostra realça a importância de nova consciência ambiental


Fonte: Portal G1 - Foto: Adriano Gambarini-
Conservação Internacional/Divulgação


via
Jornal do Brasil

Em um cenário de profundas transformações climáticas, não se pode mais ignorar a íntima e complexa relação entre o homem e o meio ambiente. Sob a sombra de crises ambientais e aquecimento global, o homem passou a ver que a natureza não é apenas um objeto de suas vontades, mas sim um elemento indispensável para a preservação da vida e de seu bem estar.

Essa relação simbiótica é o tema da exposição fotográfica “Floresça! Imagens da Fronteira da Conservação”, inaugurada esta semana no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

A mostra, promovida pela ONG Conservação Internacional (CI) e a empresa BG Brasil procura, através de imagens de biodiversidade e exemplos de atitudes sustentáveis, promover conscientização ambiental e melhorar a relação entre o homem e seu ambiente. [Leia+]

"Queremos mostrar que se o homem souber se relacionar corretamente com a natureza o mundo tem uma chance bem melhor de se manter ambientalmente saudável – diz Roberto Ardenghy, diretor de Assuntos Corporativos da BG Brasil."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Extinção de espécies de água doce atinge níveis alarmantes, dizem cientistas



via
Folha Online [BBC Brasil]
da BBC Brasil

Cientistas alertaram que a extinção de espécies de água doce atingiu níveis alarmantes, tornando os animais destes ecossistemas os mais ameaçados do mundo.

Peixes, sapos, tartarugas e crocodilos que vivem em rios, lagoas e mangues estão desaparecendo em um ritmo entre quatro e seis vezes mais acelerado que as espécies terrestres ou marinhas, segundo especialistas internacionais que se reúnem a partir desta terça-feira (13), na Cidade do Cabo, na África do Sul, para a Conferência do programa Diversitas sobre biodiversidade.

"Há evidências científicas claras e crescentes de que estamos à beira de enorme crise de biodiversidade em água doce. No entanto, poucos sabem do catastrófico declínio em biodiversidade em água doce tanto em escala local como global", disse Klement Tockner, do Instituto Leibniz de Berlim. [Leia+]

"Nós certamente não vamos atingir as metas de reduzir as taxas de perda de biodiversidade até 2010 e, como consequência, também não vamos atingir os objetivos ambientais até 2015 dentro das Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU para melhorar a saúde e as vidas das pessoas mais pobres e vulneráveis do mundo"

sábado, 3 de outubro de 2009

Conferência da ONU alerta que 70% do planeta pode sofrer com seca em 2025



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Folha Online
da France Presse, em Buenos Aires

Quase 70% do planeta será afetado pela seca em 2025 se não forem aplicadas políticas para frear este flagelo, advertiu nesta sexta-feira (2) em Buenos Aires Luc Gnacadja, secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação.

'Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada', destacou Gnacadja, falando em uma conferência. [Leia+]

"Atualmente, a seca afeta pelo menos 41% do planeta, e o processo de degradação aumentou entre 15% e 25% desde 1990, segundo um relatório sobre a situação climática mundial apresentado à imprensa durante o encontro."

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fotógrafo monta imagem incrível de sequoia-gigante com ajuda de equipamento especial



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Gizmodo Brasil

O resultado é uma assombrosa composição de 84 fotos dessa árvore incrível. Assista ao vídeo em que Nichols fala brevemente sobre o processo de captura.
"Um pôster da imagem acompanhará a edição norte-americana de outubro da 'National Geographic' ”.

Amazônia pode ficar 10ºC mais quente até 2060, diz estudo

via Portal Terra

Um aquecimento global de 4ºC deve ter consequências dramáticas para a América Latina e pode subir as temperaturas na região amazônica entre 8ºC e 10ºC, o que levaria à destruição de grande parte da floresta, de acordo com um novo estudo do Departamento de Meteorologia britânico (Met Office), , a unidade do Met Office que estuda mudanças climáticas.

Os novos modelos climáticos computadorizados do Hadley Centre foram divulgados durante uma conferência na Universidade de Oxford e simulam situações em que altas emissões de dióxido de carbono são amplificadas pelo efeito de retroalimentação (feedback) dos ciclos de carbono.

Este é o nome dado por cientistas aos ciclos de absorção e liberação de carbono por florestas e oceanos. As simulações apresentadas em Oxford indicam que a Amazônia é uma das regiões que mais vai sofrer com o aquecimento global.

(...) O cenário catastrófico pode se tornar realidade já em 2060 - quatro décadas antes do previsto pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC). [Leia+]

"'Nas nossas melhores estimativas, um aquecimento global de 4ºC aconteceria na década de 2070. Mas em uma situação extrema plausível isso poderia acontecer em 2060', disse o pesquisador Richard Betts, do Hadley Centre."

sábado, 26 de setembro de 2009

Mudanças no El Niño devem agravar furacões e secas, diz estudo



via
Folha Online

As mudanças sofridas pelo fenômeno climático El Niño em consequência do aquecimento global devem intensificar as secas na Ásia e enfraquecer seu efeito apaziguador sobre os furacões do oceano Atlântico, indica um estudo publicado na quinta-feira (24).

Até hoje, o fenômeno tropical --que se manifesta a cada quatro ou cinco anos-- aconteceu geralmente em uma ampla faixa do Equador no Pacífico leste.

Assim ocorre com o atual El Niño, que deve durar até 2010, como informou no mês passado a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O El Niño influencia as condições meteorológicas de todo o mundo, provocando secas na Indonésia, Austrália, Índia e no leste do Brasil, assim como chuvas torrenciais na costa sudeste americana e em partes da América do Sul.

Além disso, eleva a temperatura da superfície dos mares no Caribe e no Atlântico, o que ajuda a prevenir a formação de furacões na região e a reduzir sua intensidade. [Leia+]

"O aquecimento global, no entanto, está aparentemente criando uma forma alternativa do El Niño que pode se tornar mais frequente nas próximas décadas, chegando a Pacífico central, segundo o estudo divulgado na revista 'Nature'."

Humanidade esgota seu "espaço de operação", dizem cientistas



via Folha Online

A humanidade pode estar tirando o planeta da excepcional estabilidade ambiental em que ele se encontra há 10 mil anos e lançando-o numa zona turbulenta com consequências 'catastróficas'. O novo alerta é feito por um grupo internacional de 29 cientistas, em artigo nesta semana na revista 'Nature'.

O time reúne alguns dos maiores especialistas no sistema terrestre, entre eles o holandês Paul Crutzen, Nobel de Química em 95 por seu trabalho sobre a camada de ozônio.

Eles identificaram nove fatores-chave do funcionamento do planeta que não deveriam ser perturbados além de um certo limite para que a estabilidade ambiental que permitiu o florescimento da civilização continue por milhares de anos.

Acontece que, dos nove 'limiares planetários', como o artigo chama esses fatores, três já foram excedidos de longe: a mudança climática, a perda da biodiversidade e a alteração no ciclo do nitrogênio. Sobre dois deles, a poluição química e o lançamento de aerossóis na atmosfera, não há informação suficiente.

Outros três --uso de água doce, mudança no uso da terra e acidificação dos oceanos-- ainda não tiveram seus limites ultrapassados, mas terão, se as atividades humanas mantiverem o ritmo e o caráter atuais. [Leia+]

"Um único limiar, a destruição do ozônio estratosférico, está sendo revertido aos valores pré-industriais.

domingo, 6 de setembro de 2009

"Estamos pisando no acelerador e estamos nos dirigindo ao abismo", afirma Ban Ki-moon



via
Portal Terra

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu que "o Ártico está aquecendo mais rápido do que qualquer outro lugar na Terra" e "poderia ficar sem gelo até 2030".

Após visitar nos últimos dias a base internacional de Ny Alesund (Noruega), onde observou diretamente o impacto da mudança climática sobre o Ártico, o responsável da ONU chegou a Genebra para participar da Conferência Mundial sobre o Clima.

Em discurso diante de mais de mil participantes deste fórum, Ban pediu aos Governos para conseguir na conferência internacional sobre mudança climática, prevista para dezembro em Copenhague, um acordo que permita "profundos cortes nas emissões" de gases poluentes.

Reconheceu, nesse sentido, que essas negociações ocorrem com atraso: "só restam 15 dias, 15 dias para resolver alguns dos assuntos mais complexos".

(...) Explicou que o Ártico, "em vez de refletir o calor, está absorvendo, enquanto o gelo diminui. Isso acelera o aquecimento global". A consequência é que um gás que está preso no subsolo e no leito do mar desse polo do planeta está sendo liberado para a atmosfera, com o perigo que isso representa, por ser "um gás de efeito estufa 20 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono". [Leia+]

"O secretário-geral da ONU revelou que os cenários mais distantes que tinham sido colocados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) - uma das instâncias científicas de maior credibilidade na matéria - estão 'ocorrendo agora'."

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pré-sal sabota biocombustível, afirma embaixador francês



via
Folha Online

A descoberta de petróleo na camada de pré-sal pode se transformar numa 'tentação' capaz de levar o Brasil a desacelerar o ritmo com que vem desenvolvendo combustíveis renováveis. A avaliação é do embaixador da França para Negociações Climáticas, Brice Lelonde.

(...) De acordo com Lelonde, o país já vem desempenhando papel de destaque na área de combustíveis renováveis.

Por conta disso, Lelonde diz crer que o Brasil deve desempenhar papel de liderança na conferência do clima de Copenhague, em dezembro. [Leia+]

"'Petróleo sempre traz muitos problemas porque envolve muito dinheiro. O pré-sal é uma tentação porque, quando você encontra um tesouro, pode mudar sua vida', diz ele, que participou de evento ontem no Rio."

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

União Europeia vai parar de produzir lâmpadas incandescentes



via UOL [Ciência e Saúde]

A União Europeia vai começar uma transição no uso de lâmpadas elétricas comuns para outras mais econômicas, anunciou a Comissão Europeia. A partir dessa terça-feira (1º), as lâmpadas incandescentes de 100 watts ou mais não serão mais produzidas ou importadas para o bloco.

As lâmpadas tradicionais serão substituídas por fluorescentes de longa vida ou lâmpadas de halogênio. No entanto, os consumidores poderão comprar lâmpadas comuns até que os estoques das lojas acabem.

O plano é semelhante a iniciativas de países como Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Filipinas que já anunciaram o fim da produção ou restrições na venda de lâmpadas incandescentes, que são pouco ecológicas. [Leia+]

"Segundo a cúpula da União Europeia, a medida deve economizar de 25% a 75% de energia nas residências e injetar cerca de 10 bilhões de euros na economia europeia por ano."

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Regra sobre cavernas começa a valer hoje no Brasil

Arte rupestre - Piauí


via Folha Online

MARTA SALOMON
da Folha de S.Paulo, em Brasília
.

Alvo de disputa entre empreendedores de hidrelétricas, mineradores, espeleólogos e ambientalistas, a proteção de cavernas no país terá novas regras a partir de hoje.

As normas para classificação das cavernas, que vão orientar o processo de licenciamento ambiental, detalham um polêmico decreto editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Esse decreto supostamente ameaça 70% das cavernas do país e já é contestado por ação no STF (Supremo Tribunal Federal)."

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Criatividade para reciclar peças e acessórios de informática



via
Uol Tecnologia

Boas idéias
transformam sucatas de informática em acessórios e objetos de decoração.

"Velhas peças e acessórios de computador deixam de ir para o lixo para se transformar em porta-copos, relógios, chaveiros e muito mais."

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Oceanos podem estar escondidos sob a crosta da Terra, indica estudo

[Imagem: Humboldt Fundation]


via
BBC Brasil [Ciência & Saúde]

Um estudo que mediu a eletrocondutividade no interior do planeta indica que talvez haja imensos oceanos sob a superfície da Terra.

A água é um condutor extremamente eficiente de eletricidade. Por isso, cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre - região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo - poderiam ser um indício da presença de água.

Os pesquisadores criaram o primeiro mapa global tridimensional de condutividade elétrica do manto. Os resultados do estudo foram publicados nesta semana na revista científica Nature.

As áreas de alta condutividade coincidem com zonas de subducção, regiões onde as placas tectônicas - blocos rígidos que compõem a superfície da Terra - entram em contato e uma, geralmente a mais densa, afunda sob a outra em direção ao manto.

Geólogos acreditam que as zonas de subducção sejam mais frias do que outras áreas do manto e, portanto, deveriam apresentar menor condutividade. [Leia+]


"Na verdade, não sabemos realmente quanta água existe na Terra", disse um outro especialista envolvido no estudo, o oceanógrafo Gary Egbert. "Existem alguns indícios de que haveria muitas vezes mais água sob o fundo do mar do que em todos os oceanos do mundo combinados."

sábado, 15 de agosto de 2009

Canadense de 16 anos desenvolve processo que reduz o tempo de deterioração do polietileno

NegritoUm estudante canadense descobriu como acelerar a degradação do polietileno das sacolinhas de supermercado, reduzindo o seu tempo de deterioração. A notícia é do EcoBlogs.Negrito
"O jovem Daniel Burd de 16 anos que vive em Waterloo, Ontário (Canadá), com a ajuda da mãe e de um empresário, desenvolveu um processo que consegue 'desfazer 42% do polietileno em seis semanas – ou pouco mais de três meses para que o volume total volte de forma não poluente ao meio ambiente'."