terça-feira, 14 de julho de 2009

Descoberta força repulsiva da luz: nanodispositivos poderão ser controlados pela luz, e não mais pela eletricidade.

[Imagem: Hong Tang/Yale University]


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Inovação Tecnológica
Suzanne Taylor Muzzin

Cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriram um tipo de força repulsiva da luz que pode ser utilizada para controlar componentes construídos em chips de silício, o que significa que futuros nanodispositivos poderão ser controlados pela luz, e não mais pela eletricidade.

A equipe havia previamente descoberto a força atrativa da luz e demonstrado como ela pode ser manipulada para movimentar componentes em micro e em nano-máquinas construídas em pastilhas de silício, usando a mesma tecnologia que os microprocessadores [A força dos fótons está conosco: luz consegue acionar nanomáquinas].

O mesmo grupo de cientistas agora descobriu a força repulsiva complementar àquela primeira. Pesquisadores teorizavam a existência das duas forças desde 2005, mas a segunda delas permanecia até agora sem comprovação.

'Isto completa o quadro, diz Hong Tang, coordenador da equipe. 'Nós demonstramos que de fato há uma força bipolar da luz com um componente atrativo e com outro componente repulsivo.

Ao conseguir usar as duas forças, agora eles têm controle completo e podem manipular os componentes nas duas direções.

Esses dispositivos mecânicos ultraminiaturizados são conhecidos como MEMS (MicroElectroMechanical Systems) e NEMS (NanoElectroMechanical Systems), dependendo se suas partes são construídas com precisão na faixa dos micrômetros ou dos nanômetros.

Essas forças da luz poderão um dia controlar dispositivos de telecomunicações que exigirão muito menos potência, mas trabalharão muito mais rapidamente do que seus equivalentes atuais, explicou o professor Tang. [Leia+]

"Um benefício adicional de usar a luz em vez da eletricidade é que ela pode ser roteada ao longo de um circuito sem praticamente nenhuma interferência no sinal, além de eliminar a necessidade da construção de um grande número de fios elétricos no interior dos chips"

Pensamento "verde" pode impulsionar comércio de e-paper, diz estudo



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iG [Tecnologia]
Por Stella Dauer

Apesar de caro, o e-paper pode ajudar a salvar a natureza. Um estudo feito pelo Gartner e publicado pelo site IT PRO mostra que a busca pela economia de papel e o uso de produtos menos poluentes pode aumentar as vendas e adoção do e-paper.

Além de proporcionar economia de papel evitando o papel impresso (especialmente de livros, revistas e jornais), o e-paper consome pouca energia se comparado a monitores LCD. “Seus potenciais benefícios ao meio ambiente são significativos, resultando na salvação de árvores, evitando o gasto de água e reduzindo as emissões de CO2” informa o relatório do Gartner.

Por conta desse apelo ecológico, o e-paper deve superar outros tipos de tela em produtos de consumo, publicidade e até mesmo em aplicações empresariais, mas para chegar a esse patamar ainda precisa melhorar suas características. A forma como processa cores e vídeo e uma queda nos preços são fatores que farão o e-paper se tornar competitivo no mercado.

O e-paper já é bastante utilizado em leitores de e-book como o Kindle, da Amazon, e também em celulares e relógios. Seu uso em anúncios de rua e computadores já está sendo desenvolvido, e novos recursos como interação por toque e habilidade de re-escrita já estão em teste. [leia+]

“O e-paper tem algumas barreiras a transpor antes de ser viável comercialmente para as massas. De qualquer forma, já está gerando um enorme interesse e nós esperamos que a adoção aumente nos próximos anos enquanto a tecnologia se desenvolve”

Grupo diz ter obtido mapa genético da Síndrome de Down



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UOL [Ciência e Saúde]
Da Agência Estado

Um grupo formado por dezenas de cientistas de diferentes nacionalidades informou ter identificado a estrutura genética de diversas regiões importantes do cromossomo 21 que poderiam causar a Síndrome de Down.

Em um estudo com portadores de mutações raras no cromossomo 21, a pesquisadora Julie Korenberg, das universidades norte-americanas de Utah e da Califórnia, e seus colegas elaboraram um mapa de alta resolução no qual são identificadas regiões genéticas que, na avaliação dos autores, seriam responsáveis pelos sintomas da síndrome.

No trabalho, os pesquisadores descrevem a descoberta de oito regiões genéticas relacionadas com os sintomas clínicos da síndrome, conforme comentário sobre o estudo publicado pela agência de notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). [Leia+]

"Na opinião dos autores, o resultado da pesquisa poderá ajudar a entender melhor as causas genéticas da síndrome e o desenvolvimento de novas terapias. O resultado do estudo está disponível na página da revista especializada norte-americana 'Proceedings of the National Academy of Sciences' na internet."

Rússia conclui isolamento de 105 dias que recriou com sucesso missão a Marte



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Yahoo! Notícias
MOSCOU (AFP)

Seis voluntários encerrados em Moscou desde 31 de março em uma instalação completamente isolada do mundo exterior para recriar as condições de um voo habitado ao planeta Marte concluíram nesta terça-feira sua experiência de 105 dias.

O objetivo do experimento era estudar os efeitos psicológicos e fisiológicos de um longo período de isolamento, especialmente sobre o estresse, a regulação hormonal, a imunidade, a qualidade do sono e o humor da tripulação.

Enquanto seu módulo permanecia em terra firme, no Instituto Russo para os Problemas Biomédicos (IBMP) de Moscou, o teste recriou as condições exatas de uma missão real a Marte, incluindo um pouso na superfície marciana, demoras de 20 minutos nas comunicações e situações de emergência inesperadas.

Os seis viveram estes três meses uma instalação de 550 metros cúbicos e com diminutos cômodos individuais, de um máximo de 3,2 metros quadrados. [Leia+]


"A próxima etapa, programada para o fim do ano, consistirá em fechar seis pessoas no módulo durante 520 dias, a duração total estimada de uma missão a Marte. Na melhor das hipóteses, um voo de ida e volta da Terra a Marte, que a Agência Espacial Europeia acredita que terá condições de realizar em 2030, levaria 520 dias: 250 para a ida, 30 no local e 240 para a volta."

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Macaco move braço mecânico com a força do pensamento testes com seres humanos começam em 2010



via G1

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, conseguiram fazer um macaco movimentar um braço mecânico apenas com a força da mente. O projeto promete revolucionar o tratamento de milhões de pessoas paralisadas.

O animal foi adestrado e aprendeu a mandar comandos diretamente do cérebro para mexer o braço robótico. Ele conseguiu fazer diferentes movimentos com a mão mecânica - até como se estivesse girando a maçaneta de uma porta. Como recompensa ganhou um gole de água.

Os cientistas da Universidade de Pittsburgh implantaram um chip de quatro milímetros na parte do cérebro responsável pelos movimentos motores. Eles ligaram eletrodos na cabeça do macaco e fizeram um computador interpretar os sinais cerebrais enviados para movimentar o braço robótico. [Leia+]

"Os testes com humanos começam no ano que vem. Os pesquisadores querem provar que a tecnologia é segura e pode ajudar pacientes com algum tipo de paralisia a ter mais autonomia. Um outro estudo, parecido, já está em testes. Pacientes tetraplégicos conseguiram mover o cursor do computador usando apenas o cérebro."

Designer cria relógio digital OLED



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Stuff

O site Oh Gizmo mostrou a concepção do Kibardin Design: um conjunto de quatro dígitos em OLED equipado com sensores de luz, que adequam a coloração do relógio à luminosidade no ambiente. [Veja+]

Cientistas discutem riscos do aquecimento global para Rio e São Paulo

via MCT

Identificar os riscos do aquecimento global nas duas megacidades brasileiras, Rio de Janeiro e São Paulo, mas também os benefícios em segurança e desenvolvimento socioeconômico das ações de adaptação e mitigação.

Estes são os objetivos do estudo liderado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que estão promovendo dois Painéis de Especialistas com representantes da comunidade acadêmica internacional e nacional, bem como gestores de políticas públicas e formadores de opinião.

O primeiro Painel começa hoje (13) no Rio de Janeiro, na Escola Nacional de Botânica Tropical, que fica no Jardim Botânico. Durante três dias serão discutidas as relações entre mudanças climáticas, megacidades, urbanização, vulnerabilidade, desigualdade, adaptação e mitigação.

Na próxima semana será a vez de mapear os impactos do aquecimento global em São Paulo. De 20 a 22 de julho, o workshop acontece na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Influenciar as políticas públicas e as tomadas de decisão através do Plano Nacional de Mudanças Climáticas e de planos estaduais também é objetivo do estudo, que está sendo financiado pela Embaixada do Reino Unido, pela Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede CLIMA) e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para as Mudanças Climáticas, com o apoio do Programa FAPESP de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. [Leia+]

“O principal resultado esperado destes Painéis é a identificação das maiores vulnerabilidades das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro frente às mudanças climáticas já observadas e as projeções de tais mudanças ao longo desse século”, diz Carlos Nobre, coordenador do estudo pelo Inpe. Na Unicamp, o projeto é liderado por Daniel Hogan. Também colabora Magda Lombardo, da Unesp."

Professor particular para assuntos de tecnologia

Apollo 11 ainda é maior vitória do programa espacial tripulado



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G1
Reinaldo José Lopes

O local escolhido para o pouso foi uma área no sul da região lunar conhecida como Mar da Tranquilidade, que sondas robóticas tinham analisado e considerado relativamente plana e pouco acidentada anos antes.

A ideia era evitar que os astronautas tivessem grandes problemas com o pouso e nas caminhadas lunares.

Durante a descida, alguns sustos: o computador de bordo do Módulo Lunar deu uma série de alarmes, por causa da incapacidade da máquina, um bocado primitiva para os padrões de hoje, de lidar com todos os dados que estava recebendo ao mesmo tempo algumas das tarefas do computador tinham de ser adiadas.

No fim da descida, os astronautas Armstrong e Aldrin só tinham 25 segundos de combustível sobrando para o trajeto.

Armstrong confirmou a descida segura com a frase: "Houston, aqui Base da Tranquilidade. A águia pousou [referência ao nome 'Eagle', ou Águia, dado ao Módulo Lunar]".

Após uma certa dificuldade para atravessar a escotilha do módulo, os astronautas se puseram a explorar as vizinhanças do local de pouso.

Recolheram amostras do solo (descrito como "quase um pó" por Armstrong), instalaram um sismógrafo, fincaram a bandeira americana e falaram com o presidente americano de então, o republicano Richard Nixon. [Leia+]


"Além da bandeira dos EUA, os astronautas deixaram para trás uma placa com um desenho de ambos os hemisférios da Terra e a mensagem "Aqui homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua, em julho de 1969 d.C. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade".


O universo luminoso dos fungos bioluminescentes


via Scientific American Brasil
por Ricardo Braga-Neto e Cassius V. Stevani

A bioluminescência é um fenômeno natural bastante conhecido em alguns grupos de animais, como vaga-lumes, pirilampos, mosquitos, peixes e moluscos. Ela ocorre também em dezenas de espécies de fungos, embora poucas pessoas já tenham presenciado esse fenômeno.

Até recentemente, o conhecimento sobre as espécies de fungos bioluminescentes estava concentrado, sobretudo, em regiões temperadas do hemisfério norte e na Australásia. Mas pesquisas recentes, na Mata Atlântica e na Amazônia, descobriram muitas espécies novas e novos registros de bioluminescência, evidenciando que pouco se conhece sobre a biodiversidade de fungos no Brasil.

Em 2008, Dennis Desjardin, da San Francisco University State e colaboradores publicaram uma revisão sobre fungos bioluminescentes, atualizando e expandindo o trabalho de E. C. Wassink, de 1978, ‘Luminescence in fungi’, que se referia principalmente a espécies asiáticas e europeias. Segundo a revisão, são conhecidas 64 espécies de fungos bioluminescentes no planeta.

Nesses 30 anos, as novas descobertas de bioluminescência descritas por Desjardin e os demais autores são referentes ao Brasil, principalmente à região Sudeste. O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo, é o local onde se conhece o maior número de espécies simpátricas – espécies que ocorrem na mesma região – de fungos bioluminescentes de todo o mundo.

No total, são sete espécies identificadas (Gerronema viridilucens, Mycena lucentipes, Mycena discobasis, Mycena singeri, Mycena luxaeterna, Mycena asterina, Mycena fera) e uma do gênero Mycena em fase de descrição. [Leia+]

"A história dessas descobertas começou com o biólogo João Ruffi n Leme de Godoy. Grande conhecedor da região do Vale do Ribeira, ele descobriu de que alguns desses fungos eram conhecidos por moradores do parque em uma enorme jabuticabeira e convidou o químico especialista em bioluminescência Cassius V. Stevani, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, para visitar o local."

Ozzy Osbourne [Rock N' Roll Rebel]

Rainbow [Long Live Rock And Roll]

AC/DC [For Those About To Rock]

Joan Jett [ I Love Rock N Roll ]

Neil Young [My My Hey Hey] "Rock N´Roll Will Never Die"

Nasa lança sonda em busca de planetas similares à Terra



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BBC Brasil

A Nasa, a agência espacial americana, lançou uma missão não-tripulada para procurar planetas parecidos com a Terra onde possa haver vida.

A sonda Kepler foi lançada de Cabo Canaveral, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e vai orbitar o Sol para observar cerca de 100 mil estrelas em uma região distante da Via Láctea.

De acordo com Edward Weiler, diretor de missões científicas da Nasa, a missão é histórica, e não apenas científica.

A sonda é equipada com a maior câmera já enviada ao espaço para constatar se há planetas rochosos ao redor do Sol, em uma área quente conhecida como zona habitável.

Para identificar os planetas, a Kepler vai verificar pequenas oscilações periódicas na luz emitidas por planetas em movimento quando passem por suas estrelas, o que causa uma alteração na luminosidade. [Leia+]

'Nós certamente não vamos encontrar o ET, mas talvez possamos encontrar a casa do ET ao observar essas estrelas', finalizou Borucki."

Primeiras estrelas do universo podem ter 'nascido gêmeas', diz estudo



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BBC Brasil [Ciência & Saúde]

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na quinta-feira na revista científica Science Express indica que muitas das primeiras estrelas do universo se formaram como gêmeas.

A observação foi possível graças a uma simulação por computador do que seria o universo em suas origens, e permitiu que astrofísicos da Universidade de Michigan e da Universidade de Stanford conseguissem uma compreensão mais detalhada do fenômeno da formação das estrelas.

Na simulação computadorizada, os pesquisadores criaram um universo virtual, no qual pulverizaram gás primordial e matéria negra, substâncias presentes logo após o chamado Big Bang, com um fundo de radiação cósmica cujas variações refletem a origem de todas os corpos celestes.

Conforme o universo simulado se desenvolvia, ondas de gás e matéria negra giravam através do cenário quente e denso.

À medida em que o universo ia então se resfriando, os cientistas observaram que a gravidade começava a unir blocos de material. Em áreas ricas em matéria negra, foram registradas as formações de estrelas.

Em uma das cinco simulações realizadas, uma única nuvem de poeira e matéria negra se transformou em estrelas gêmeas: uma com massa dez vezes maior do que o nosso Sol e outra 6,3 vezes maior. [Leia+]

"Segundo os cientistas, a compreensão da formação e da evolução dos corpos celestes podem explicar como se formaram átomos presentes na Terra e até no corpo humano."

sábado, 11 de julho de 2009

Revolução contra a dor



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VEJA.com

Depois de seis anos de estudos, descobriu-se que uma única mutação genética é capaz de tornar pessoas totalmente insensíveis à dor.

O gene alvo da mutação é o SCN9A, responsável pela produção dos canais de sódio 1.7, estruturas localizadas nas paredes das fibras nervosas e cruciais no mecanismo da dor.

A descoberta, publicada em 2006 na revista Nature, despertou o interesse da indústria farmacêutica. Quatro laboratórios têm se empenhado em desenvolver um novo analgésico que imite o efeito da mutação – ou seja, bloquear o funcionamento dos canais de sódio 1.7 e, assim, suprimir a dor crônica. Um deles está perto de conseguir.

O laboratório italiano Newron, de Milão, especializado em medicações contra a dor, prevê para 2013 o lançamento de seu novo analgésico, cujo princípio ativo foi batizado de ralfinamide.

Segundo o coordenador da equipe médica do Newron, Ravi Anand, o ralfinamide agirá somente nos canais de sódio 1.7 - ao contrário dos demais remédios, que atingem indiscriminadamente outros canais de sódio existentes nas células, mesmo que eles não tenham relação com a dor.

O remédio está na última fase de testes com humanos, a derradeira antes de ser submetido à regulação das autoridades sanitárias.

Hoje, boa parte das dores crônicas é tratada com medicamentos originalmente indicados para outros fins. Por isso, os pacientes têm de se haver com uma série de efeitos colaterais. [Leia+]

"A opinião geral é que o novo analgésico representará uma revolução. 'Para a maioria das pessoas com dores crônicas, os remédios de hoje proporcionam uma melhora de 60% a 70%. Com o ralfinamide, essa cifra pode chegar perto dos 100%', diz a neurocientista Silvia Siqueira, coordenadora do Laboratório de Sensibilidade do Grupo da Dor do Hospital das Clínicas."

Lousa digital aposenta giz e quadro-negro em escolas de SP



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Terra [Eletrônicos]

A partir deste segundo semestre, 150 professores de Hortolândia, interior de São Paulo, irão aposentar o giz e assumir a lousa digital como um novo equipamento de trabalho. Em vez do popular quadro negro, cerca de 6 mil alunos irão encontrar na sala de aula uma enorme tela sensivel ao toque.

Professores das disciplinas de português e matemática estão sendo treinados para usar a nova tecnologia, que será implementada em 26 escolas da cidade, em 150 turmas das 5ª séries do ensino fundamental e do 1º ano do ensino médio. Além das lousas digitais, as escolas receberão também um software com conteúdo educacional elaborado pela Universidade de São Paulo (USP).

'É possivel organizar reuniões e trabalhos de alunos, programar revisões, gravar apresentações de trabalhos individuais ou em grupo. Há uma infinidade de recursos que o professor pode aplicar', comenta a pedagoga Adriana Martins, da empresa Smart Board, responsável pela instalação do sistema. [Leia+]


"A novidade vai pegar os alunos', diz o professor Kazuji Yamamoto, que há 17 anos leciona matemática. Para ele, a informática já causa um certo fascínio nesta geração de jovens, por isso, aulas que utilizem esses recursos vão ajudar ainda mais a prender a atenção da classe, inclusive para disciplinas consideradas 'chatas', como a matemática."

Milonga Blues/All Your Love [Oly jr. em apresentação na Confraria do Blues]

Oly jr. em apresentação na Confraria do Blues, que foi realizada no Estúdio Believe em POA-RS, Brasil.

Essa é a canção Milonga Blues com um medley de All Your Love de Otis Rush/Willie Dixon.

A banda que acompanha Oly é formada por: Jaques Trajano na bateria, Rafael Jardim no baixo e André Tubino na guitarra.

Scanner portátil da Pandigital dispensa o uso do computador


via PC WORLD

Digitalizar aquelas fotos antigas é um tipo de tarefa que sempre adiamos. Ligar o computador, esperar o Windows iniciar, calibrar o scanner e só depois passar a foto para o PC é algo nada prático, convenhamos.

O One-Touch Scanner (499 reais), da Pandigital, propõe uma alternativa interessante para essa tarefa. Específico para fotos, ele faz esse trabalho sem precisar do computador.

Basta inserir a foto na ranhura e ela é puxada pelo mecanismo, ser precisar apertar botão algum. O dispositivo posiciona a foto que, em seguida, passa pelo sensor óptico para digitalização e, por último, a imagem é armazenada no cartão de memória (padrão SD) que está localizado atrás do aparelho.

Uma vez terminado o trabalho, basta retirar o cartão SD e inserir em um PC para que as fotos sejam transferidas e armazenadas nos locais desejados. O One-Touch também tem interface USB, caso o usuário queira mandar as imagens diretamente para o PC. [Leia+]

"A resolução do scanner é de 300 pontos por polegada, suficiente para ter a foto em tamanho de 2 megapixels. Na resolução máxima, o cartão SD (512MB) que acompanha o produto pode armazenar mais de mil fotos. O One-Touch aceita também cartões nos padrões xD, MMC e MS."

Jaguar Experience Technologies

Extensões para o Google Chrome


via INFO Online
por Mauricio Moraes

A instalação dos complementos é simples. Baixe o arquivo no formato .crx e arraste-o para dentro do navegador. Pronto.
Ao contrário do Firefox, não é preciso reiniciar. Para remover, digite chrome://extensions na barra de endereços e clique no botão “Uninstall” da extensão que pretende eliminar.


Os add-ons abaixo foram testados pela INFO, mas há vários outros – um bom site para garimpá-los é o Chrome Plugins.

Adblock+, Adsweep e Fanboy’s Element Hider: são as extensões mais odiadas pelos publicitários, pois servem para bloquear anúncios. No Adblock+, a função é ativada por Alt+B. O Adsweep remove automaticamente a propaganda e o espaço que ela ocupava. Como o seu desenvolvimento foi descontinuado, um programador criou o Element Hider.

Aniweather: mostra a previsão do tempo. É só passar o mouse sobre o ícone, na barra inferior do navegador. Não funciona direito com a versão 3.0.192.1 do Chrome (é impossível alterar as configurações).

Chritter: Permite ler as últimas atualizações do Twitter na barra inferior do Chrome. Dá também para visitar os links indicados.

Cleeki: adiciona funções semelhantes às dos aceleradores do IE 8, mas é um pouco lerdo para carregar páginas... Vai entender...

DblClickDial: Faz desaparecer a página inicial do Chrome quando se cria uma nova aba. Se o internauta quiser acessá-la, é só clicar duas vezes na área em branco.

Delicious Bookmarks: É bem mais básica do que a versão para Firefox. Permite apenas salvar bookmarks no site Delicious, do Yahoo!.

Extensible Video Downloader: Permite baixar vídeos do YouTube, Break.com, Google Video, Metacafe, Dailymotion... É só clicar no ícone que aparece logo acima da imagem.

FlashBlock: Bloqueia todos os elementos em Flash da página. As áreas são substituídas por um botão de “play”. É só clicar neles para executar animações, vídeos, etc. Para habilitar ou desabilitar, pressione Alt+F. Já Ctrl+clique salva o flash/vídeo.

Gmail Checker: Mostra o número de mensagens não lidas na caixa de entrada do email do Google. Pressione o botão e uma aba carrega o Gmail. Atenção: baixe a versão 12, cujo link está no fim da página.

Mouse Gestures by Tordex: Adiciona ao navegador controles por gestos do mouse. Pressione o botão direito, movimente e solte. Para esquerda, volta. Para baixo, cria uma nova aba. Para baixo e para a direita, fecha a aba. E assim por diante.

Sticky Notes: Abre uma janela para anotações, como um post-it embutido no browser.

TP Google Reader: Permite assinar RSS de sites, além de abrir automaticamente novos itens em abas. Ficou meio baleado depois que o Chrome foi atualizado para a versão 3.0.192.1.[Leia+]

Fóssil indica origem asiática de ancestral do homem



via
Terra

A descoberta de um novo fóssil de primata em Mianmar levanta a hipótese de uma origem asiática, e não africana, como se estimava, da linha ancestral comum que liga homens e símios, anunciou nesta sexta-feira uma equipe internacional de paleontólogos.

O símio, de 37 milhões de anos de idade e batizado de Ganlea Megacanica, possuía uma capacidade encontrada nos primatas modernos, mas não nos lêmures: a de abrir e comer sementes de forma específica com seus desproporcionais dentes caninos, como fazem alguns primatas atuais da América do Sul, segundo comunicado do Centro Nacional francês de Pesquisa Científica (CNRS).

Esta capacidade justifica, entre outras coisas, sua inclusão na subordem dos primatas Antropoidea (macacos, grandes primatas e homens), de acordo com o estudo publicado recentemente na revista Proceedings da Royal Society. [Leia+]

"Os pró-símios, que representam outra grande linhagem de primatas - da qual fazem parte os lêmures - são considerados os mais primitivos. Até hoje, os cientistas supunham que os primatas Antropoidea eram originários da África."